A Mercedes-Benz anunciou a
introdução de novas versões mais económicas e com emissões mais baixas
de dióxido de carbono na gama Sprinter. Uma delas é a Eco Start,
disponível por mais 200 euros em todos os modelos Sprinter CDI com
motor de quatro cilindros e transmissão manual. Vocacionado para o
denso tráfego urbano, o sistema Eco Start desliga o motor sempre que o
veículo está imobilizado e em ponto motor durante mais de três
segundos, voltando-o a ligar quando se volta a pisar no pedal de
embraiagem ou se levanta o pé do pedal do travão. De acordo com a marca
alemã, a redução do combustível situa-se entre os cinco e os oito por
cento, podendo chegar, nalguns casos, aos 20 por cento. Outra versão
que vai ser comercializada é o Sprinter 316 NGT, equipado com um motor
a gás natural. Apesar da potência de 156 cv, a Mercedes-Benz refere que
o custo operacional é aproximadamente inferior em 30 por cento
relativamente a um motor diesel convencional. Um responsável do
operador logístico alemão Hermés Logistik Gruppe (um dos mais
importantes daquele país) referiu num workshop sobre ?Transporte &
Ambiente?, organizado pela Mercedes-Benz Vans, que apesar do custo
inicial do Sprinter 316 NGT ser superior em dez por cento em relação a
uma versão idêntica a diesel, o retorno do investimento é alcançado em
apenas dois anos (a estimativa daquela empresa era para o litro de
diesel a 1,25 euros). Aquele operador adiantou que a médio prazo
tenciona substituir quase toda a sua frota de furgões diesel por
equivalentes a gás natural. O Mercedes-Benz Sprinter também irá constar
da oferta de produto da Mercedes-Benz Portugal, mas a sua viabilidade
está fortemente condicionada por uma ausência de infra-estrutura de
postos públicos de abastecimento, o que se deve à falta de vontade das
empresas de distribuição de combustível e também ao pouco interesse do
poder político em alterar a situação. Infos Transportes em revista |