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Economia
 

Aumento de 3% nas taxas sobre o gasóleo Transportadores holandeses abastecem na Bélgica
15/07/2008


Segundo a VERN, uma associação holandesa de transportadores rodoviários, cerca de 4000 empresas holandesas do sector neste momento estão já a abastecer na totalidade as suas frotas em território belga, o que já fez aumentar o volume de negócios das estações de serviço combustível da Bélgica em cerca de 6%, enquanto as da Holanda sofreram uma forte retracção no seu volume de negócios. A razão que está a levar os transportadores holandeses a abastecer quase exclusivamente na Bélgica prende-se com um aumento de 3% nas taxas sobre o gasóleo, imposta recentemente pelo governo holandês, diferenciando ainda mais os preços dos combustíveis praticados entre aqueles dois países vizinhos. A VERN afirma ainda que os transportadores que assinam contratos de abastecimento com os revendedores belgas podem economizar cerca de 4000 euros por veículo/ano. Para além disso, graças a facilidades administrativas na Bélgica, os transportadores podem recuperar o IVA sobre os combustíveis mais facilmente, através duma nota de crédito do montante de IVA mencionado na factura. Estranha-se que numa altura em que as autoridades administrativas da UE cozinhem medidas como a da harmonização das taxas sobre os combustíveis para, hipoteticamente, combater o tank tourism, casos como aquele que também se passa entre os mercados português e espanhol não parem de se multiplicar. Transportes em revista

Joao Cerqueira

08.07.2008



   

 
Economia
 

Transporte rodoviário profissional de mercadorias Governo aprova incentivos para renovação de frotas
07/07/2008


Foi aprovado em Conselho de Ministros, no dia 1 de Julho, uma resolução que consagra incentivos financeiros para renovação de frotas para as empresas de transportes rodoviários de mercadorias por conta de outrem. Os apoios financeiros abrangem a aquisição de veículos novos com a categoria de emissões Euro 5 ou com valores limite ainda mais exigente (EEV), bem como o reequipamento de veículos com filtros de partículas, tendo por objectivo a redução da emissão de partículas poluentes. São elegíveis para efeito de apoio os sobrecustos de aquisição em relação aos veículos da categoria Euro 4, em conformidade com as leis da concorrência impostas pela Comissão Europeia. As despesas elegíveis com a aquisição e instalação de filtros de partículas abrange apenas veículos que não tenham uma idade superior a 15 anos, contados a partir da data da primeira matrícula. Para beneficiarem deste programa de incentivos as empresas têm de ser titulares de alvará para o transporte nacional ou internacional, há pelo menos três anos. Acaba também de ser criado um grupo de trabalho com representantes dos ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional; da Economia e da Inovação; e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, para operacionalizar a consagração destes apoios que serão financiados no âmbito do QREN. O grupo de trabalho tem agora 30 dias para pôr o sistema a funcionar. Esta resolução visa promover a eficiência energética e ambiental no transporte profissional de mercadorias, e o reforço das frotas por conta de outrem em detrimento das frotas próprias, através de medidas de discriminação positiva. Infos transportes em revista

Joao Cerqueira

04.07.2008



   

 
Economia
 

Autocarros, táxis e ambulâncias abrangidos Governo espanhol acordou 44 medidas de ajuda
02/07/2008


O Ministério do Fomento subscreveu com o Departamento de Transporte de Passageiros do Comité Nacional de Transporte Rodoviário (CNTC) um acordo, composto por 44 medidas, para ajudar o sector a superar as dificuldades geradas pelos aumentos do preço do gasóleo, abrangendo autocarros, táxis e ambulâncias. Entre as principais medidas transversais aos três meios destacamos a redução das respectivas cargas fiscais através de bonificações no imposto de circulação e redução dos impostos sobre prémios de seguros, a agilização da devolução do IVA, a isenção de tributação em IRPF, a defesa do gasóleo profissional junto da UE e a aplicação duma carga fiscal sobre os combustíveis que permita manter a sua competitividade. A redução do peso das contribuições para a segurança social, medidas na área da formação, a revisão de algumas restrições impostas ao tráfego e a suavização das sanções rodoviárias, bem como favorecer a transparência de preços do mercado dos combustíveis e reduzir a dependência do gasóleo através de ajudas para renovação de frotas com veículos a combustíveis alternativos, também figuram no acordo. Nos autocarros vão ser revistas as tarifas das concessões de linhas regulares de transporte interurbano de passageiros, vão ser criadas plataformas reservadas ao transporte público de passageiros, e uma campanha publicitária que destaque as vantagens do uso do autocarro em matéria de poupança combustível. Nos táxis proceder-se-á à actualização em 2 cêntimos nas tarifas dos serviços interurbanos dos ?turismos?, único âmbito de competência do Ministério do Fomento, podendo também os táxis passar a cobras os primeiros 15 minutos de espera, que até agora eram gratuitos. Transportes em revista
Joao Cerqueira

26.06.2008



   

 
Economia
 

Aumento do preço do petróleo Debate europeu marcado pela ausência de medidas
02/07/2008


Os eurodeputados o Conselho e a Comissão Europeia, dada a situação preocupante que se vive na Europa em consequência do aumento do preço do petróleo, realizaram um debate infrutífero sobre as medidas a tomar a curto e longo prazo. Janez Lenarcic, falando em nome da Presidência eslovena do Conselho, sublinhou que as razões para o aumento dos preços do petróleo são de natureza estrutural, tendo defendido medidas como a melhoria da competitividade, maior transparência dos mercados financeiros, a diversificação do aprovisionamento de energia e uma maior eficiência energética. Andris Piebalgs, Comissário da Energia, referiu que é preciso suavizar a curto prazo os efeitos da alta dos preços do petróleo nos grupos mais vulneráveis e apostar, a longo prazo, na eficiência energética e na utilização de fontes de energia renováveis. O eurodeputado francês, Jean-Pierre Audy, defendeu a criação «de um instrumento comunitário para assegurar a estabilidade anual dos preços da energia, de modo a que as pessoas possam antecipar ou prever a subida dos preços sem estarem sujeitas às flutuações constantes derivadas da especulação», enquanto o eurodeputado letão, Claude Turmes, propôs o agravamento dos impostos sobre os lucros de empresas como a Exxon, e o eurodeputado da Lituânia, Gintaras Didziokas, mostrou-se favorável a uma política fiscal menos pesada sobre os produtos energéticos. O português Pedro Guerreiro apresentou uma proposta de «criação dum imposto por cada Estado membro que incida exclusivamente sobre os ganhos especulativos pelo efeito de stock», mas foi o deputado grego, Dimitrios Papadimoulis, que em poucas palavras disse tudo: «estou desapontado com o Conselho e a Comissão por serem abundantes em palavras mas parcos em acção». Transportes em revista

João Cerqueira

26.06.2008



   

 
Economia
 

União recebida pela Presidência da UE UETR exige gasóleo profissional europeu
24/06/2008


A Presidência eslovena da União Europeia recebeu ontem em Bruxelas uma delegação da União Europeia de Transportadores Rodoviários (UETR), organismo onde se encontram reunidas várias confederações e associações nacionais de autónomos e de pequenas e médias empresas. A UETR apresentou uma proposta à UE com quatro reivindicações, com o objectivo de que seja ultrapassada a nível europeu, tanto a crise conjuntural como estrutural em que o sector se encontra. As reivindicações da UETR são as seguintes: adopção de medidas antidumping contra a concorrência desleal que permitam garantir a cobertura dos custos de transporte, bem como um mecanismo consistente de actualização automática dos preços de transporte em função do incremento dos custos; a obrigação de pagamento a 30 dias; a garantia de cumprimento destas medidas através dum sistema de controlo e de um regime de sanções sob a forma de regulamento comunitário; a eliminação do IVA que actualmente também é aplicado aos impostos sobre produtos petrolíferos e a criação dum gasóleo profissional europeu. Esta posição foi adoptada numa reunião realizada pela UETR no passado dia 13 de Junho, em Bruxelas, considerando este organismo que «as acções e manifestações de transportadores em França, Portugal e Espanha, e a que se encontra agendada para o final deste mês em Itália, vêm demonstrar que o transporte rodoviário é o motor da economia». A UETR representa mais de 185 000 empresas transportadoras com uma frota de perto de meio milhão de veículos.Transportes em revista

João Cerqueira

19.06.2008



   

 
Economia
 

Crise petrolífera Italianos e austríacos agendam acções de protesto
24/06/2008


Depois dos transportadores portugueses, espanhóis, franceses, belgas, holandeses, romenos e polacos, é a vez do roadmap das acções de protesto contra a escalada dos preço dos combustíveis estender-se também a Itália e à Áustria. As confederações e associações de transportadores rodoviários de mercadorias italianas, nomeadamente a Conftasporto, Confarigianato Transporti, Sna Casartigiani, Fita/Can e Fiap, acordaram uma suspensão da actividade de serviços de transporte entre 30 de Junho e 4 de Julho. Por sua vez, a AISO, principal associação de transportadores rodoviários de mercadorias austríaca, convocou os seus sócios para uma acção de protesto no próximo dia 7 de Julho, em Viena, prometendo colocar cerca de um milhar de camiões junto ao parlamento austríaco, chancelaria federal e  Ministério das Finanças, contra a elevada fiscalidade sobre os combustíveis e o aumento das taxas de utilização das infra-estruturas rodoviárias. Transportes em revista

João Cerqueira

20.06.2008



   

 
Economia
 

Governos culpados da situação chegar a este ponto
24/06/2008


IRU contra a taxação excessiva do gasóleo e os bloqueios rodoviários

«A vaga de protestos e de bloqueios rodoviários associados ao preço dos combustíveis que tem ocorrido um pouco por todo o mundo nas últimas semanas não resolverá o problema da alta de preços dos combustíveis» - declarou o Presidente da IRU, Janusz Lacny - «consciente da frustração sentida pelos transportadores e respeitando o seu direito à greve, a IRU não pode, no entanto, dar o seu apoio a acções que perturbem a livre circulação de pessoas e de mercadorias por estrada. Os governos são culpados em deixar a situação degradar-se a este ponto ao não prestar qualquer tipo de ajuda aos transportadores, confrontados com uma escalada sem precedentes no preço dos combustíveis». Para a IRU as empresas de transporte não têm outra alternativa a não ser fazer repercutir nos seus clientes o aumento dos custos de exploração, e se o não conseguirem fazer devem pura e simplesmente deixar de transportar. A IRU considera igualmente que a inflação do preço do petróleo também é causada por impostos governamentais excessivamente pesados sobre os combustíveis. Sem impostos, o preço médio do gasóleo na Europa é de 0,8 euros. Por outras palavras, o preço por barril situa-se na ordem dos 80 euros, e o dos impostos ronda os 206 euros por barril, o que é inaceitável, refere a IRU. Defende o gasóleo profissional e considera que já não existe margem para manter os impostos sobre os combustíveis tão elevados, inflacionando o preço do gasóleo à ?boca da bomba?. Transportes em revista

João Cerqueira

20.06.2008



   

 
Economia
 

Contribuintes pagam a diferença Tribunal de Justiça obriga Portugal
16/06/2008


O Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias decidiu que Portugal terá de aumentar de cinco para 20 por cento a taxa de IVA das portagens das Pontes 25 de Abril e Vasco da Gama. Na sentença, que condena Portugal ao pagamento das despesas com o processo, o Tribunal de Justiça conclui que Portugal não cumpriu as obrigações decorrentes da Sexta Directiva, aplicando uma taxa reduzida de cinco por cento quando deveria ter aplicado a taxa normal do IVA às portagens nas travessias do rio Tejo, em Lisboa. Para evitar problemas com os utilizadores das duas pontes, o Estado optou por manter o valor das portagens, mas irá devolver à concessionária Lusoponte os 15 por cento percentuais de diferença que a empresa irá entregar anualmente aos cofres públicos. Actualmente, com a portagem de 2,25 euros na Ponte Vasco da Gama, a Lusoponte encaixa 2,1375 euros e o Estado português fica com 0,1125 euros (equivalente a cinco por cento de IVA). Com as novas regras de IVA de 20 por cento, que o tribunal europeu agora decidiu, e mantendo o preço final pago pelo consumidor, a Lusoponte passará a receber 1,8 euros e o Estado a encaixar 0,45 euros. Tendo em conta que as receitas em 2007 das portagens nas duas pontes ascenderam a 63 milhões de euros, esta medida irá custar aos contribuintes portugueses (incluindo todos aqueles que não utilizam aquelas infra-estruturas) cerca de dez milhões de euros. Transportes em revista

Carlos Moura

16.06.2008



   

 
Economia
 

No mês de Maio Matrículas de camiões descem 9,6 por cento
12/06/2008


As vendas de veículos comerciais pesados, com mais de 3,5 toneladas de peso bruto, registaram uma diminuição de 9,6 por cento no mês de Maio, em comparação com mês homólogo do ano anterior, segundo revelam as estatísticas da ACAP ? Associação Automóvel de Portugal. No mês de Maio de 2008 foram matriculadas 433 unidades contra 479 unidades em igual período do ano anterior. A marca que teve uma maior diminuição foi a Renault (- 47,2 por cento), seguindo-se a Toyota (- 41,2 por cento), a MAN (- 26,7 por cento), a Scania (- 21,7 por cento) e a DAF (- 18,0 por cento). Será de referir que em Abril, o mercado ainda estava positivo, com um aumento de 12,1 por cento. No acumulado relativo aos primeiros cinco meses do ano, o mercado português ainda mantém uma tendência de crescimento de 14,0 por cento, embora a um ritmo inferior ao verificado no acumulado nos primeiros quatro meses do ano, que foi de 19,3 por cento. Ainda menos favorável é o comportamento do mercado de veículos comerciais ligeiros que no mês de Abril caiu 21,1 por cento e no acumulado dos cinco meses a quebra é de 18,6 por cento.

Carlos Moura

11.06.2008



   

 
Economia
 

UPTR promete combater medida Bélgica discute introdução da ?taxa quilométrica? para pesados
20/05/2008


Os dirigentes das três regiões belgas (Flandres, Valónia e Bruxelas) estão a discutir a introdução da ?taxa quilométrica? para os veículos pesados naqueles territórios. Para já, são favoráveis à introdução desta taxa os responsáveis políticos da Valónia e de Bruxelas. Andrés Antoine, ministro valão dos Transportes, já noticiou que irá aprovar uma ?taxa quilométrica? para os camiões, referindo que na Valónia a ideia de uma vinheta rodoviária está completamente posta de lado. Para a região de Bruxelas não existe ainda qualquer decisão tomada. A União Profissional do Transporte e da Logística (UPTR) já se manifestou frontalmente contra a ?taxa quilométrica?, referindo que o princípio do ?poluidor pagador? mascara um novo imposto. Para a UPTR, «apenas o actual imposto sobre os produtos petrolíferos, do ponto de vista ambiental, é um imposto justificável, porque quanto mais o veículo consome mais polui e imposto paga». Transportes em revista

João Cerqueira

20.05.2008



   

 
Economia
 

Comissão de Transportes do PE Entrada em vigor do Euro 6 proposta para 2013
13/05/2008


A Comissão de Transportes do Parlamento Europeu concorda com os valores propostos pela Comissão de fixar na norma Euro 6, aplicável aos veículos pesados, valores de emissões NOx inferiores em 80 por cento em relação à norma Euro 5, e inferiores em 67 por cento relativamente à emissão de partículas finas. A Comissão de Transportes do PE pronunciou-se por unanimidade favorável à entrada em vigor do Euro 6 em 2013, ao contrário da Comissão Europeia que propunha a data de 2014. O relator daquela comissão europarlamentar, o holandês Johannes Blokland, espera que o Parlamento dê o seu aval em sessão plenária até ao final deste verão, e mostra-se confiante que seja encontrado um compromisso célere ao nível do Conselho de Ministros para aprovar este dossier em primeira leitura. O regulamento Euro 6 assegurará igualmente o acesso completo às informações técnicas para a reparação de veículos por oficinas independentes. A indústria de veículos pesados rodoviários, através da ACEA, pronunciou-se recentemente no sentido de precisar, pelo menos, de um período de três anos para adaptar a sua produção ao futuro Euro 6. TRANSPORTES EM REVISTA

João Cerqueira

13.05.2008



   

 
Economia
 

Até 2010 Scania quer crescer 50 por cento no segmento da construção
05/05/2008


A Scania pretende aumentar as vendas de camiões no segmento da construção e obras públicas das actuais 12.000 unidades para 18.000 unidades em 2010, o que se traduz num crescimento de 50 por cento. O fabricante sueco prevê um forte potencial nos mercados emergentes, onde a construção de infra-estruturas está na fase inicial de expansão. A marca deposita igualmente grandes esperanças no mercado nacional, atendendo aos grandes projectos que irão ser lançados, nomeadamente o novo aeroporto internacional de Lisboa, a alta velocidade ferroviária e a terceira travessia do Tejo. A estratégia da Scania assenta igualmente na disponibilização de veículos completos, designadamente camiões com caixas basculantes, betoneiras, com garantia e após-venda de fábrica. A principal vantagem apontada é a redução no prazo de entrega ao cliente. Para o efeito estão a ser desenvolvidas parcerias com alguns carroçadores europeus, que pode incluir empresas portuguesas do sector, desde que tenham capacidade de resposta.    Infos : Transportes em revista

Carlos Moura

02.05.2008



   

 
Economia
 

Ascendi com ?500 milhões para investir
02/05/2008


Luís Parreirão, presidente do conselho de administração da Ascendi, empresa para as concessões de infra-estruturas de transportes da Mota-Engil e do grupo Espírito Santo, anunciou que pretende investir 500 milhões de euros nos próximos cinco anos.
Infos : Logistica hoje


   

 
Economia
 

Pneumáticos Continental cresce no mercado europeu de pneus para veículos comerciais
14/04/2008


O mercado europeu de pneus para veículos comerciais desenvolveu-se de forma extremamente positiva, no ano transacto, para a Continental. Segundo a marca, ?o equipamento de origem registou um forte crescimento num mercado em clara expansão e a quota de mercado no mercado de substituição continuou a crescer?. A área de pneus industriais da Continental manteve, em 2007, a sua liderança no mercado, aproveitando ainda para expandir a actividade para todo o mundo. Quanto aos custos de produção, estes foram reduzidos devido ao aumento da produtividade das unidades de produção. No entanto, a Continental revela que isto permitiu cobrir apenas uma parte dos custos com as matérias, que aumentaram continuamente em 2007.  A nível mundial, a Continental aumentou as vendas de pneus para veículos comerciais em mais de três por cento, registando cerca de 7 milhões de unidades vendidas. TRANSPORTES EM REVISTA

Pedro Pereira

14.04.2008



   

 
Economia
 

Plano Portugal 360º Nissan regista crescimento de 20 por cento
12/02/2008


No primeiro trimestre de aplicação do seu Plano Portugal 360º, a Nissan registou um crescimento de 20 por cento no mercado nacional. Desde Abril de 207, a marca comercializou um total de 5.373 veículos, o que lhe permitiu fechar os primeiros nove meses do seu ano fiscal de 2007 (que só termina em Março de 2008) com um aumento de 20 por cento face a período homólogo de 2006. Com base nestes dados, a Nissan mantém a previsão de fechar o ano fiscal de 2007, com 7.200 unidades vendidas no nosso país, o que se traduz num aumento de 40 por cento relativamente a 2006. Nesta estratégia de expansão da Nissan, a evolução da rede de concessionários da marca é um vector essencial. Nesse sentido, o plano de renovação da identidade visual de todas as instalações Nissan a nível nacional prossegue em bom ritmo, estando já completada em cerca de 80 por cento da rede de distribuição. A Nissan Iberia SA – Portugal tem como objectivo completar esta renovação da identidade visual ainda durante este ano fiscal, ou seja, até final de Março próximo. Carlos Moura 06.02.2008 transportes em revita


   

 
Economia
 

Prevê 50% do volume de negócios em Espanha Luís Simões com novo centro logístico no país vizinho
28/01/2008


A Luís Simões (LS) tem operacional desde o passado mês de Dezembro um novo centro de operações logísticas em Alovera, na comunidade autónoma de Castilla La Mancha, com uma superfície de 16 250 metros quadrados e capacidade de armazenamento de 20 mil paletes, reforçando assim a sua presença em Espanha, que em 2008 deverá representar já cerca de 50 por cento do volume de negócios da LS. Vocacionado sobretudo para clientes do sector alimentar, bebidas, produtos de higiene, limpeza e logística integral, o novo centro possui 31 plataformas articuladas de carga e descarga, nele se desenvolvem actividades de armazenagem e distribuição, cross-docking e co-packing, e conta neste momento com 60 por cento de taxa de ocupação, movimentando cerca de 200 toneladas dia. Com este novo centro, cresce para 10 o número de unidades da LS em Espanha, distribuídas um pouco por todo o território do país vizinho, ocupando uma área total de 120 mil metros quadrados. Segundo Vítor Enes, director-geral de Logística da LS em Espanha «este novo centro permite alargar, ainda mais, o leque de oportunidades no mercado espanhol. Está estrategicamente localizado e esperamos com a nossa presença contribuir para o desenvolvimento de uma região com enorme potencial». João Cerqueira25.01.2007 transportes em revista


   

 
Economia
 

Empresa cresceu em todos os segmentos Iveco anuncia crescimento recorde em Portugal
28/01/2008


A Iveco Portugal registou uma facturação de 81,4milhões de euros em 2007, um valor que significou um crescimento recorde de 21 por cento, quando comparado com o ano anterior. Durante a apresentação dos seus resultados operacionais, a marca italiana anunciou que apresentou índices de crescimento em todos os segmentos de mercado em que opera. Destaque para a liderança no segmento dos comerciais ligeiros de 3,5 toneladas, onde a Iveco Daily tem dado cartas. Em 2007, a Iveco obteve um aumento de 6,9 por cento nesta gama, tendo vendido 1601 unidades. Actualmente, é líder de mercado com uma quota de mercado de 18,3 por cento. Na gama “Eurocargo” registou um crescimento de 9 por cento, tendo vendido 157 unidades. No segmento dos pesados acima das 16 toneladas, onde predominam as gamas “Stralis” e “Trakker”, a Iveco vendeu 320 veículos, o que significou um crescimento recorde de 59,2 por cento. Actualmente, neste segmento, a Iveco detém uma quota de mercado neste segmento de 7,3 por cento. Considerando todas as áreas – gama Média, Pesados de Mercadorias e Pesados de Passageiros – a Iveco é agora a sexta marca mais vendida em Portugal neste segmento. «Este extraordinário resultado junta-se a outra brilhante cifra, com 40,9 por cento de crescimento nas vendas durante 2007. Assim sendo, a Iveco é a marca que mais avançou, tendo mesmo registado em Dezembro aumento absolutamente decisivo e sonante de 85 por cento»revelou João Almeida, administrador da Iveco Portugal. Pedro Pereira 28.01.2007 Transportes em revista


   

 
Economia
 

PE aprovou proposta de Bruxelas
21/01/2008


PE aprovou proposta de Bruxelas Transportadores deverão poupar 160 milhões de euros/ano O Parlamento Europeu aprovou uma proposta de Bruxelas que visa desburocratizar e simplificar um vasto conjunto de processos administrativos incidentes sobre o transporte de mercadorias intracomunitários. Segundo as estimativas disponíveis nos Estados membros os custos administrativos das obrigações obsoletas e inúteis ascendem a cerca de 160 milhões de euros por ano. Esta proposta vai ser submetida á aprovação dos Estados membros e abrangerá cerca de 300 mil empresas transportadoras, a esmagadora maioria do sector rodoviário, aproximadamente uma centena de transportadores ferroviários e 7000 transportadores fluviais. Eliminar documentos exigidos duplicadamente ou inúteis: como os pontos de passagem nas fronteiras, itinerários, nome e coordenadas do expedidor, a natureza das mercadorias, o peso e o local a que são destinadas, e ainda as tarifas praticadas pelo transportador, os acordos de preço e as condições de transportes, deverão assim ter os dias contados. Algumas destas exigências datam do remoto Regulamento de 1960, numa altura em que não se tinha dado ainda a liberalização do frete e o transporte intracomunitário era altamente regulado. A proposta alinha igualmente as outras obrigações de informação sobre as convenções internacionais existentes na matéria e facilita o trabalho dos transportadores de mercadorias, autorizando-os a utilizar os meios mais simples de conservar os seus documentos. A medida enquadra-se num programa de acção comunitário que visa reduzir em cerca de 25 por cento as cargas administrativas sobre as empresas até 2012, referindo a esse propósito o Comissário Jacques Barrot: «espero que o Conselho adopte rapidadamente as propostas da Comissão sobre o acesso à profissão e ao mercado, para que possamos simplificar as regras e reduzir as cargas administrativas». João Cerqueira 18.01.2007 Transportes em revista


   

 
Economia
 

Em 2007 Matrículas de camiões aumentaram 4,4 por cento
14/01/2008


As matrículas de veículos comerciais pesados, com peso bruto superior a 3,5 toneladas, registaram um crescimento de 4,4 por cento em 2007 face ao ano anterior. De acordo com as estatísticas da ACAO – Associação Automóvel de Portugal, o mercado nacional absorveu um total de 5.644 unidades contra as 5.0406 em 2006. A DAF foi a marca mais procurada pelos transportadores portugueses com 940 matrículas, seguindo-se a Renault com 823 unidades, a Volvo com 762 unidades, a Scania com 650 unidades e, a encerrar as cinco primeiras, a MAN com 608 unidades. A marca que mais cresceu foi a Iveco (+ 40,7 por cento e 529 unidades), secundada pela Scania (+ 23,1 por cento) e a Toyota (+17,6 por cento e 261 unidades). A Mercedes-Benz lidera as quebras com uma diminuição de 18,6 por cento, seguindo-se a DAF (- 5,2 por cento) e a Isuzu (-1,6 por cento). Carlos Moura 07.01.2007
transportes em revista


   

 
Economia
 

No primeiro semestre Grupo Tracar alcançou um crescimento de 16 por cento
17/12/2007


O Grupo Tracar registou um crescimento de 16 por cento no primeiro semestre de 2007. Aquela subida teve por base dez por cento em serviços de transporte na Tracar AS e na Transportes Silva Marques, Lda, a segunda empresa de transportes do grupo, as operações logísticas através da TracarLog, operador logístico do Grupo, cresceram 35 por cento, os serviços de manutenção, através da TracarSav, cresceram 8,5 por cento, o aluguer de viaturas efectuado pela TracarRent cresceu oito por cento, e a Tracar España teve um expressivo crescimento de 40 por cento, como resultado da sua expansão no seu terceiro ano de existência. «Temos optado por uma política empresarial de crescimento sustentado, os resultados do primeiro semestre revelam não só níveis acrescidos de qualidade e eficiência da nossa gestão e dos nossos serviços, mas também a crescente aposta do mercado na Tracar, a par da consolidação da vasta carteira de clientes que hoje possuímos. É claro que tudo isto nos deixa muito satisfeitos e faz-nos acreditar ainda mais na nossa linha de rumo», comenta Osvaldo José. Carlos Moura 13.12.2007