A queda do preço dos combustíveis e das repercussões sobre os transportes rodoviários
Enquanto a queda do barril de petroléo conhece uma queda constante desde vários meses, os transportadores rodoviários comença à constatar uma queda consequente do preço a bomba. Este último atingiu seu nível mais baixo desde 6 anos enquanto que os preços da gasolina 95 e 98 aumentam ainda desde janeiro 2015. Durante esta semana do Natal, o preço do gasóleo caiu abaixo de 1 euro em várias bombas da Europa.
Uma queda do preço do petróleo a bomba desde setembro 2015.
Segundo os últimos dados da Insee, o preço do petróleo continua sua queda de 3,3% em novembro 2015 por barril de Brent em comparação a outubro 2015. O preço médio do barril passou de 63 € à 34 € entre novembro 2014 e dezembro 2015. As empresas de transportes rodoviários de mercadorias (TRM) veem o preço do gasóleo a bomba cair consideravelmente em este fim do ano 2015.
Consequências sobre os profisionais doTransporte rodoviário de mercadorias
Este período constitui uma sorte para as empresas consumidoras de hidrocarburantes rodoviários. Grandes consumidores de combustível, os camiões vão beneficiar da queda do preço a bomba. Contudo numerosas empresas de transportes rodoviários comprometeram-se a refletir em parte a queda do preço do combustível sobre o custo de entrega. Deveriam por conseguinte poder libertar novas margens que permanecerão limitadas se esta repercussão for bem aplicada.
Uma autossuficiência dos Estados-Unidos e o advente do petróleo de Xisto
A guerra dos preços começada desde cerca anos entre os Estados-Unidos e Arábia- Saudita represente uma das razões de esta queda histórica. Muito tempo grandes importadores de petróleo, os Estados-Unidos atingiram um nível consequente de autossuficiência energética e tornaram-se os primeiros produtores mondiais de petróleo em 2014. A descoberta de jazigos de petróleo de Xisto sobre seu território conduziu-o destronar a Arábia-Saudita e a aumentar sua produção mundial de ouro preto. Em março 2015, o OPEP (organização dos países exportadores de petróleo) tinha previsto que os Estados-Unidos baixam sua produção de petróleo bruto. Contudo, a produção americana não caiu.
A Arábia Saudita frenta a queda do pedido chinês
Para permanecer concorrencial frente aos Estados-Unidos, Arábia Saudita deve manter a sua oferta. Contudo seu pedido baixa sem parar desde um ano. Com efeito, os saudistas permanecem dependentes do pedido em matérios primeiro que provêm da China. Primeiro importador de petróleo ao mundo, a China conhece uma queda de sua actividade económica e importa menos desdo verão 2015. Mesmo se o pedido baixa, os países produtores guardam o mesmo nível de actividade. Atualmente, constata-se um excedente de cerca de 2 milhões de barris por dia em Arábia.
O esquema lógico da oferta e do pedido, portante, não é respeitado e gerado uma queda do preço do barril considerável. Seu preço reduziu-se de 66% desde 2014 mas o preço à bomba só de 15%.
O iminente regresso do Irão junto dos mais grandes países produtores de petróleo
Além disso, a flexibilidade das relações entre o Irão e os países ocidentais poderia conduzir os Iranianos a juntar-se aos grandes países exportadores de petróleo. Suspeitado do enriquecimento do ûranio a fins militares já, o Irão já tranquilizou os países ocidentais. Após o levamento das sanções financeiras e do embargo ocidental previsto inicio de 2016, estes últimos entendem aumentar sua produção petroleira pelos menos de 500 000 barris por dia.
No conjunto, os cursos do produto bruto ficam sob a pressão de uma oferta excessiva e de um pedido mundial que fica monótono. O preço do barril por conseguinte ira baixar de novo nos próximos meses. Será contudo dificil de prever as repercussões de este fenómeno sobre os preços em bombas, tanto dependem dois ajustamentos sobre as taxas tomadas pelos Estados europeus.
O aumento das taxas sobre o gasóleo em Europa
Esta queda dos preços prossegue-se desde novembro 2015, contudo o nível das taxas sobre o gasóleo ficou inalterado. Para remediar, os Estados revalorizam estas taxas desde janeiro 2016. Apesar de este aumento, o preço de um cheio custará em média 25% a menos que em janeiro 2014. Em Europa, os países que taxam mais o gasóleo são o Reino-Unido e Alemanha. Os Transportadores rodoviários devem adaptar-se e ajustar seus contratos frente às estas flutuações do preço do gasóleo.
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